...a tempestade já se foi, o fogo do coração recomeça a arder e, insistente, teima em nunca deixar se apagar a centelha. O sonho já não quer morrer. É um velho mistério esta saga de nunca sepultar a esperança. Das luzes que matam a escuridão, mais uma vez perpetuo a crença de que é possível continuar avançando, ainda que haja espinhos na dura jornada que está por vir.
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sexta-feira, julho 25, 2008
DISSIPO AS NUVENS

...a tempestade já se foi, o fogo do coração recomeça a arder e, insistente, teima em nunca deixar se apagar a centelha. O sonho já não quer morrer. É um velho mistério esta saga de nunca sepultar a esperança. Das luzes que matam a escuridão, mais uma vez perpetuo a crença de que é possível continuar avançando, ainda que haja espinhos na dura jornada que está por vir.
...a tempestade já se foi, o fogo do coração recomeça a arder e, insistente, teima em nunca deixar se apagar a centelha. O sonho já não quer morrer. É um velho mistério esta saga de nunca sepultar a esperança. Das luzes que matam a escuridão, mais uma vez perpetuo a crença de que é possível continuar avançando, ainda que haja espinhos na dura jornada que está por vir.
quarta-feira, fevereiro 07, 2007
NÃO POSSO SANGRAR

Qualquer que seja a dor
Afasto-me da sorte
Vivo a noite
Na escuridão feroz
Vou ter com a morte
Ao odioso chicote
Tento sufocar o desejo
Que ao santo perverte
Mas só ouço gemidos
Gritos de dor e
Perversos castigos
Conto com os espíritos
Com os lobos, os corvos
Que encontro ao luar
Mas eles se vão
E ao raiar do dia
Estou só, sem sua magia
Prantos de almas impuras
Ouço da noite, o sons
Dos espectros, o agouro
E das aparições, os urros
O toque do tortuoso vento
Um aviso cortante
Um velho lamento
Que me diz, insistente
Que já não posso morrer
Pois já não há mais sofrimento...
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