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segunda-feira, dezembro 21, 2009


Quimeras


Nem toda vingança oprime
Nem toda ação é razão
E mesmo quem reza
Reza em oração
Do mal não se exime

Mesmo quem tem alma
Ou nobre coração
É capaz de cometer o crime
O amor estilhaçado
Teu corpo sem vida
Jaz quieto, morto, sepultado

Teus olhos

Tão negros

Doces quimeras

Amargos pesadelos

Letra feita especialmente a pedido do amigo Paulinho, da banda santista de rock/metal Abomÿdogs

sexta-feira, julho 25, 2008

DISSIPO AS NUVENS

...a tempestade já se foi, o fogo do coração recomeça a arder e, insistente, teima em nunca deixar se apagar a centelha. O sonho já não quer morrer. É um velho mistério esta saga de nunca sepultar a esperança. Das luzes que matam a escuridão, mais uma vez perpetuo a crença de que é possível continuar avançando, ainda que haja espinhos na dura jornada que está por vir.